quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Seguradoras



Este artigo tem como objetivo analisar o desempenho contábil-financeiro no setor brasileiro de seguradoras, aplicando análise hierárquica (AHP) às informações do ano de 2007. Para tanto, utiliza-se de informações sobre lucratividade, eficiência gerencial (despesas operacionais), sinistralidade e risco (de uso de capital de terceiros), que são os fatores resultantes da análise fatorial feita com os índices contábil-financeiros disponíveis na base de dados da Revista Conjuntura Econômica (2008). (...) A análise do desempenho mostra que a melhor seguradora é a Safra e o pior resultado fica por conta da Sulina. Os resultados mostram, ainda, não existir qualquer relação entre o desempenho e o tamanho. Apesar disso, foi possível observar impacto do tamanho no desempenho contábil-financeiro, ao nível de 5% de significância, pois o desempenho das cinco menores seguradoras se mostrou significativamente superior ao das cinco maiores. Mesmo que de forma incipiente, isso pode estar mostrando uma mudança nos paradigmas de desempenho no setor, onde o foco pode estar saindo das questões mais financeiras (comum a grandes seguradoras pertencentes a grandes conglomerados financeiros) para as mais operacionais como qualidade da carteira e outras congêneres.

McDonald's Verde



McDonald's muda logo na Europa
Associated Press, BERLIM
O Estado de São Paulo - Verde substitui o vermelho atrás dos arcos


A rede de lanchonetes americana McDonald’s está se tornando verde - trocando o tradicional vermelho de seu logotipo por um verde escuro - para buscar uma imagem mais “ambientalmente amigável” na Europa. Cerca de 100 lanchonetes da rede na Alemanha vão fazer essa mudança até o final do ano, de acordo com a companhia. Algumas franquias na França e na Grã-Bretanha também já começaram a usar a nova cor no logotipo. “Essa não é uma iniciativa alemã, mas de toda a Europa”, disse Martin Nowicki, porta-voz da rede na Alemanha.


A rede, sediada em Oak Brook, no Estado de Illinois, nos EUA, conta com mais de 32 mil lanchonetes em 118 países, e vem sendo há um bom tempo alvo de ativistas ambientais, acusada de “inimiga” do meio ambiente. Por causa disso, a companhia vem tentando adotar práticas mais “verdes”, o que inclui a conversão do óleo usado nos restaurantes em biodiesel.


“Com essa nova aparência, nós queremos deixar clara nossa responsabilidade na preservação dos recursos naturais. No futuro, colocaremos um foco ainda maior nisso”, disse, em comunicado, Hoger Beek, vice-presidente do conselho de administração da companhia na Alemanha.


Mas os ativistas ambientais não ficaram muito convencidos com a mudança de cor no logotipo. Clare Oxborrow, do grupo Friends of the Earth (Amigos da Terra), disse que a empresa continua usando carne de animais criados em florestas devastadas. A empresa disse, porém, que toma cuidados para que isso não aconteça.

De volta ao normal



Empresas voltam a lucrar e deixam crise para trás
O Globo -Ronaldo D’Ercole


SÃO PAULO. As empresas brasileiras de capital aberto já recuperaram boa parte das perdas que o agravamento da crise financeira internacional, no fim de 2008, provocou em seus balanços. Levantamento feito pela consultoria Economática mostra que o lucro líquido acumulado por 291 companhias com ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) alcançou R$36,4 bilhões no terceiro trimestre deste ano, valor 7,8% menor que os ganhos [1] de R$39,5 bilhões registrados no mesmo trimestre de 2008.


Dos diferentes setores analisados, o de mineração é o que ainda mais se ressente da brusca queda de demanda na economia global. A lucratividade do setor, que é puxada pelos resultados da Vale, despencou de R$12,06 bilhões entre julho e setembro para R$1,19 bilhão no último trimestre de 2008. Apesar da gradual recuperação dos mercados mundiais, o lucro do setor somou R$3,07 bilhões no trimestre passado, um quarto do que era um ano atrás. Assim, antes no topo do ranking dos ramos mais lucrativos, a mineração ocupa agora o quarto lugar.


— A diferença ainda é muito grande, absurda, em relação aos ganhos de antes da crise — diz Einar Rivero, gerente de relacionamento institucional da Economática.


Bancos estão no topo do ranking da lucratividade


Na direção contrária das mineradoras, o setor bancário saiu da condição de terceiro colocado no ranking da lucratividade para o primeiro posto. O lucro das 21 instituições financeiras analisadas pela Economática passou de R$6,83 bilhões no terceiro trimestre de 2008 para R$7,49 bilhões.


Os bancos são seguidos bem de perto pela lucratividade do setor de petróleo e gás — no qual a Petrobras também tem peso preponderante —, que registrou ganho de R$7,47 bilhões no trimestre passado. Esse valor, entretanto, está longe ainda dos resultados do terceiro trimestre do ano passado, de R$11,33 bilhões de lucro.


As 20 empresas brasileiras de capital aberto do setor de siderurgia e metalurgia, que viram seus lucros despencarem de R$2,1 bilhões no último trimestre de 2008 para R$331 milhões nos primeiros três meses deste ano, também já apresentam um bom desempenho. Mesmo reunindo grandes empresas exportadoras, como Gerdau e Usiminas, entre outras, que ainda se ressentem do encolhimento dos mercados europeu e americano, o setor fechou o trimestre passado com R$2,33 bilhões em ganhos líquidos [2], pouco acima do registrado um ano antes.


Setor elétrico e teles refletem retomada


A lucratividade das empresas do setor elétrico, duramente afetada pela desaceleração da economia doméstica, já reflete a retomada da economia. No último trimestre, o lucro das 42 empresas elétricas alcançou R$4,74 bilhões, depois de cair a R$2,44 bilhões entre abril e junho. É uma reação parecida à experimentada pelas companhias do setor de telecomunicações, cujos ganhos [3] alcançaram R$1,98 bilhão, em relação a R$307,7 milhões um trimestre antes.



Fraude 2

'Emprestei nome e recebi R$ 2 mil'
Bruno Tavares e Marcelo Godoy
23/11/2009 - O Estado de São Paulo

Além de ganhar a quantia mensalmente, aposentado ouviu promessa de que seria presenteado com casa

Foi no começo de 2006 que o aposentado Carlos Seiiti Nakajima, de 62 anos, recebeu a tentadora proposta: R$ 2 mil por mês e a chance de ganhar uma casa ou apartamento pelo empréstimo de seu nome para a abertura de uma empresa de representação comercial, a Carsena. O convite partiu de um homem que mal conhecia - só sabia se chamar João Pedro e seu apelido, Bigode. Sem que desconfiasse, Nakajima estava sendo envolvido em um esquema arquitetado pela J. Coan & Cia. Ltda, uma das maiores fornecedoras de refeições prontas do País.


Além de emprestar seu nome, Nakajima foi incumbido de recolher os encargos da empresa, tais como PIS, Cofins e Imposto de Renda, nas datas de vencimento. Colocou como sócia na empreitada Ana Maria Martins, uma amiga de baile. Segundo ele, a mulher nada sabe sobre o acordo firmado com Bigode. Em depoimento a promotores do Ministério Público Estadual (MPE), o aposentado disse desconhecer a razão social da Coan e o esquema de venda de refeições. “Doutores, na verdade eu assinei diversas procurações em branco”, afirmou. Algumas dessas procurações, segundo apuração do MPE, foram usadas para a abertura da conta bancária da Carsena.


Inicialmente, disse Nakajima, a empresa ficou registrada em Tietê, mesma cidade em que a Coan tem sede, no interior de São Paulo. Meses depois, a Carsena migrou, pelo menos no papel, para um endereço em Indaiatuba. Conforme registro na Junta Comercial de São Paulo, a empresa teria iniciado suas atividades em 2 de outubro de 2006, no número 106 da Rua Benedito de Campo, no Jardim Morada do Sul, loteamento residencial às margens da Rodovia SP-75.


Na semana passada, o Estado esteve no local. O galpão abriga, na verdade, uma igreja evangélica. “Os crentes estão aí há uns cinco anos ou mais”, afirmou o montador aposentado Valdomiro Soledade, de 47 anos, que há 22 reside na rua. “Antes da igreja, funcionava a mercearia do seu Sebastião. Nunca teve essa Carsena aqui, de jeito nenhum.”


Nakajima admite nunca ter ido ao endereço da Carsena em Indaiatuba. Só transferiu o registro da empresa no ano passado, por ordem de Bigode. Para justificar a existência da empresa, teve de alugar uma sala em Sorocaba. Indagado pelos promotores se tinha consciência de que fora usado como laranja, Nakajima não soube responder, pois desconhece o significado dessa expressão.

Fraude 1



Fornecedora de merenda de São Paulo admite fraude
AE – 23/11/2009


Uma rede de empresas fantasmas, laranjas e notas fiscais frias envolve uma das maiores fornecedoras de refeições prontas do País, a Geraldo J. Coan & Ltda. Investigação feita pelo jornal O Estado de S. Paulo descobriu que o imóvel onde deveria funcionar uma representante da Coan abriga uma igreja evangélica. Dados bancários indicam depósitos periódicos da Coan nas contas de empresas fantasmas.


Tudo foi confirmado pelo Ministério Público Estadual (MPE), a tal ponto que a empresa se viu obrigada a admitir sonegação fiscal. Promotores, no entanto, desconfiam de que o esquema tinha outra serventia: disfarçar o pagamento de propina a autoridades municipais. A Coan tem contratos com diversas prefeituras paulistas, incluindo a da capital.


A investigação começou em 2008, quando uma denúncia levou a 2ª Delegacia de Crimes Fazendários a abrir inquérito sobre o caso. Insatisfeito com a atuação policial, o mesmo informante procurou O Estado de S. Paulo em outubro de 2008. Trazia nomes, endereços e documentos que, segundo ele, levariam à descoberta de um grande esquema de fraude.


A reportagem confirmou os indícios de que duas empresas dessa trama seriam fantasmas: a Carsena Representação Comercial, que indica o endereço de uma igreja como seu escritório, e a CJM - Representação Comercial de Gêneros Alimentícios e Refeições Prontas, também registrada com endereço frio na Junta Comercial. Os promotores descobriram que a CJM havia mudado do endereço falso na Rua Barão de Itapetininga, no centro de São Paulo, para outro lugar inexistente. Dessa vez, a sede ficava em Belo Horizonte.


O acesso a papéis da Coan, obtidos em operação conjunta do MPE com a Secretaria Estadual da Fazenda, confirmou a denúncia de que ela fazia pagamentos para as empresas que nada lhe forneciam. Exemplo disso é um recibo de R$ 54,7 mil da Coan para a Carsena, datado de 31 de julho de 2007. A nota fiscal de número 17, emitida pela Carsena, mostra pagamento de R$ 144,7 mil em 24 de junho de 2007. Entre setembro e dezembro de 2007, cerca de R$ 900 mil entraram nas contas da Carsena. Outro tanto circulou pelas contas da CJM.


Fraude


Para se defender das acusações, há dois meses o empresário Geraldo João Coan apresentou ao MPE declaração de duas folhas em que assume que a CJM e a Carsena foram “utilizadas em transações que não correspondiam à efetiva prestação de serviço”. O documento isenta de responsabilidade as pessoas que emprestaram seus nomes e alega que o objetivo do esquema era diminuir a base tributável do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). A Receita Estadual ainda não apurou quanto a Coan teria sonegado nem o valor da multa a que a empresa está sujeita.


A Coan e as demais fornecedoras de merenda escolar da capital paulista estão desde o ano passado na mira do MPE. Elas são acusadas de terem formado um cartel para fraudar licitações e corromper agentes públicos. Atualmente, a Coan é responsável por fornecer merenda para o lote 3, que engloba as unidades municipais de ensino em Pirituba e Freguesia do Ó, nas zonas oeste e norte de São Paulo.


Defesa


O advogado Geraldo Fabri, que coordena as bancas de defesa contratadas pela Geraldo J. Coan & Cia Ltda, preferiu não comentar o andamento das investigações feitas desde o ano passado pelo Ministério Público Estadual (MPE). “Esse caso (suposta fraude fiscal, uso de empresas fantasmas e laranjas) é objeto de investigação em São Paulo e estamos oferecendo defesa”, assinalou. “Não teria condições de dar nenhum veredicto. Ainda é um pouco cedo para falar qualquer coisa.”


Segundo Fabri, a própria empresa não chegou a nenhuma conclusão sobre as acusações de que tem sido alvo desde 2008. “É muito prematuro falar agora”, reiterou. O advogado disse desconhecer a existência da declaração entregue em setembro pelo empresário Geraldo João Coan ao MPE, na qual confirma o uso de duas empresas fantasmas para, segundo ele, burlar o Fisco. “Precisaria ver isso com ele mesmo, mas o sr. Geraldo não está aqui nesse momento. Não tenho como falar nada a respeito, me desculpe.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nomas Internacionais



Palavra do gestor: IFRS: mais transparência entre empresas e acionistas
Marco Antonio Papini - Valor Econômico - 24/11/2009

Imagine sair do médico com um terrível problema de saúde diagnosticado e saber que o remédio só vai ficar pronto no ano seguinte, diante da falta generalizada de conhecimento sobre a doença em questão. Com certeza, o desespero se instalaria em você.


Guardadas as devidas proporções, é assim que se sente hoje grande parte da classe contábil e, por conseguinte, pequenos e médios investidores diante das muitas dúvidas ainda presentes dois anos depois de publicada a Lei 11.368, das S.A. Entre elas, o porte exato das empresas às quais essas novas regras se destinam, aspecto básico na definição quanto à sua real aplicabilidade.


A própria Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em nota recém-divulgada, reconhece ser muito difícil que o novo modelo se aplique já no primeiro trimestre de 2010, o que levou a autarquia a sugerir a aplicação provisória dos padrões atualmente vigentes tendo em vista a demora com que a agenda envolvendo a migração de uma realidade para a outra tem sido divulgada.


Essa decisão pode ser considerada acertada, pois traduz o desejo de boa parte de quem trabalha nos departamentos financeiros das empresas em busca de um pouco mais de tempo para poder se atualizar em relação às normas internacionais de contabilidade, cuja complexidade não se pode desprezar.


Altamente ilustrativo desse cenário é o número de contadores [1] contestando a tese de que as normas IFRS devam ser adotadas, inclusive, pelas micro e pequenas empresas, à luz da Resolução do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Foi o caso de um conhecido profissional da área, com atuação no Sul do país, cujo título de um artigo recém-publicado já diz tudo: "Novo padrão contábil - um delírio". [2]


Aos investidores, em especial aos pequenos, também não faltam motivos para interrogações a esta altura, pois geralmente eles não recebem todas as informações necessárias sobre a empresa nas quais estão colocando dinheiro. [3] Nem devem imaginar, por exemplo, que o fato de uma entidade vender um ativo a um terceiro com a documentação indicando a transferência legal da propriedade não significa, propriamente, a inexistência de acordos paralelos assegurando o usufruto contínuo dos benefícios econômicos gerados por esse bem.


Nessas operações, até a futura recompra é possível e por um montante próximo ao valor original acrescido apenas dos juros de mercado pouco tempo depois. Em outras palavras, reportar a transação numa circunstância assim não representaria adequadamente o negócio efetivado, comprometendo, com isso, a veracidade da informação levada tanto à contabilidade quanto aos acionistas da empresa.


As normas IFRS estão sendo implantadas também para solucionar essa falta de transparência entre as empresas e os pequenos acionistas, uma relação que certamente será transformada nessa nova etapa da história da contabilidade mundial, em que pese, repito, ser no mínimo inconveniente a pressa numa implantação de tal complexidade.


Paralelamente, não se pode negar também que será dado um novo impulso à gestão empresarial com todas essas mudanças elevando, sem dúvida, o grau de confiança dos investidores externos. Os que tiverem participação irrelevante na tomada de decisões, por exemplo, poderão acompanhar com mais proximidade os passos da administração, a fim de coibir possíveis deslizes, como os registrados no passado recente com grandes e famosas corporações. [4]


Voltando à questão sobre quais entidades realmente serão obrigadas a aplicar as normas IFRS em 2010, vale lembrar o parágrafo 44 da Resolução CFC 1.121/08 (Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis), que coloca o equilíbrio entre custo e benefício como "uma limitação de ordem prática, ao invés de uma característica qualitativa", já que as vantagens decorrentes da informação devem exceder o custo de produzi-la. [5]


Diz ainda o dispositivo que esse aspecto é, basicamente, um exercício de julgamento, no qual deve-se sempre levar em conta a relação custo-benefício de uma forma ampla, e não apenas para atender à conveniência dos usuários para os quais as informações são preparadas.


Por esse raciocínio, o fornecimento de dados mais detalhados e precisos aos credores, por exemplo, seria uma forma de reduzir seus custos financeiros, além de deixar os investidores bem mais seguros quanto à situação verdadeira do negócio ao qual confiam suas aplicações.


Aspectos assim tornam evidente que as resoluções do Conselho Federal de Contabilidade [6] devem ser seguidas por contadores e empresas, contanto que se respeite a real validade dessa decisão, já que em 99% das pequenas entidades as resoluções do CFC que tratam da internacionalização contábil são tecnicamente perfeitas e sustentáveis, porém dificilmente aplicáveis.


[1] Quantos? É muito ou pouco?
[2] Seria interessante nomear que é o conhecido profissional...
[3] Não é o caso, pois trata-se de pequenas empresas, onde o processo de avaliação para esta decisão não é baseado na contabilidade.
[4] Novamente, acredito que a comparação está fora de contexto. O assunto são pequenas e médias empresas, correto?
[5] Bem lembrado. Provavelmente será contrário a aplicação das normas para PMEs
[6] O próprio CFC ainda não aceitou plenamente as normas internacionais de contabilidade.

Setores ambientais e sociais

Fundamentado na teoria da legitimação, este estudo objetiva averiguar se o volume de
investimentos sociais e ambientais efetuados pelas empresas difere de setor para setor, uma vez que se supõe que cada setor tem características distintas e, conseqüentemente, exigências diversificadas quanto à sua postura frente à sociedade. (...) A métrica utilizada na análise corresponde à parcela média dos últimos três anos da receita líquida destinada a tais investimentos, sendo as informações necessárias extraídas do banco de dados do Ibase. Quanto à classificação dos setores, recorreu-se aos critérios utilizados pela Bolsa de Valores de São Paulo – Bovespa. Fizeram parte da amostra 212 empresas, pertencentes a nove setores da economia, correspondendo a um total de 376 balanços sociais referentes ao período de 2005 a 2007. (...) verificou-se diferença nos investimentos sociais e ambientais entre os setores, ao nível de significância de 1%. Com base no mapa perceptual, foi possível observar algumas associações entre os setores e os investimentos sociais e ambientais.
 
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